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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Review: Once Upon a Time 6x19 - "The Black Fairy"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "The Black Fairy" , exibido no dia 30/04/2017!


O personagem da vez é Rumple (e sua família). Como tudo na vida, por mais que a Black Fairy seja malvada, vemos seu outro lado. A origem de tudo. O porquê ela deu Rumple e assim como se tornou uma vilã. Por incrível que pareça, ela foi boa algum dia e seu caminho até a escuridão se assemelha com o do filho. 

Ele promete à Deus e ao mundo que vai proteger Gideon e fazer o bem, trabalhando com Emma, Regina e etc. Conhecendo Rumple já era de se esperar que, no final, as coisas não acabam bem assim - mas ele tenta. Primeiro, consegue acordar Blue de sua maldição. Infelizmente a coisa não dura muito, já que a Black Fairy e Gideon fingem ser o casal Charming para se infiltrarem e sequestrarem a fada, que não para de ser jogada de um lado para o outro, tadinha. 

Lado positivo? Conseguimos uma pista de onde o resto da varinha mágica que vai ajudar Emma na Batalha Final está escondida. No entanto, antes disso, fazemos uma parada no mundo dos sonhos. Rumple, agora empenhado mais que nunca em conseguir o coração do filho, encontra uma maneira de conversar com Gideon em paz e leva Emma. 


Os três vão parar no sonho do Rumple, que nos permite algumas cenas entre ele e Emma. Nossa Salvadora tenta criar uma certa conexão com Rumple, tentando mostrar como é a experiência de ser um orfão e como o abandono pode afetar sua vida. Por mais que a situação não seja igual, os desejos e sentimentos podem ser bem parecidos. 

Além disso, é aí que Emma prepara terreno para saber se pode confiar em Rumple ou não. Vou ser honesta: acho que ela acreditou até demais. Claro, na hora, ele poderia ser sincero, mas ninguém descobre partes boas e verdadeiras de uma mãe e se mantém inabalado. 

Essas cenas da dupla também serviram para vermos o quanto cada um reage diferente às situações ao longo do episódio por mais que tivessem sido abandonados. As circunstâncias e destinos foram cruciais. Se por um lado a solução parece fácil: para vencer a Black Fairy, Rumple precisa descobrir o segredo de sua mãe; por outro, isso tudo só dá chances de Rumple entender os motivos da mãe de deixá-lo - por mais que não acredite ser possível. 

E é isso que acontece. Fiona era uma mãe amorosa. Ela teve seu filho perfeito, mas ao destino que ele seria um Savior e seu destino era morrer na Batalha Final, ela faz loucuras. Ela acha que Tigrinha, nomeada fada madrinha (<3) de Rumple, não é o suficiente e se torna uma fada também. (Sim, aparentemente é fácil assim.)


A história se repete: para proteger o filho, Fiona chega a criar a Dark Curse e pensar em banir todos do mundo só para não ver o filho ser derrotado. Além disso, assim como Rumple, ela tem que escolher entre o poder e o filho, e acaba escolhendo a magia - por mais que acredite que escolheu por ele. No final das contas, a Black Fairy cedeu ao mal com 'boas intenções' e Rumple descobre o quanto a mãe o amava e que sumiu porque foi banida. 

Se alguém normal descobrisse isso tudo, poderia argumentar que as razões pareciam boas, mas não valeram a pena o sofrimento que a mãe o fez passar. No entanto, como alguém que já fez coisas ruins com essa lógica destorcida algumas vezes, Rumple decide ajudar Fiona. Os escritores até tentam nos fazer acreditar que Rumple derrotou a mãe, mas a verdade é que ele só ganhou a confiança de todos para que pudesse criar alguma maldição ou algo do gênero. 


O melhor
Fiona pode ser uma referência à Shrek?
Operação Padrinho. 
Paralelo Salvador x Covarde, se pensarmos que cortar o destino de Rumple o fez ser o contrário. 
Zelena maravilhosa aprende a dirigir e ainda ajuda a Regina.
+ Boa reviravolta com o primeiro destino do Rumple!

O pior
Sério que a Tigrinha deixou a Fiona ler todos aqueles livros assim?
O que não faz com uma criança quando ela cresce ouvindo que é culpada pela morte da mãe?
Quem marca um casamento pro dia seguinte?!
Argh, traições do Rumple. 

Nota 8,8

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

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