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sábado, 1 de abril de 2017

Dica da Semana: A Bela e a Fera (2017)


Todo novo filme da Walt Disney Pictures é motivo de celebração. Não teria como ser diferente com o live-action d’A Bela e a Fera, lançado em março desse ano.

Baseado na aclamada animação da Disney e no conto homônimo de Jeanne-Marie LePrince de Beaumont (uma releitura da obra de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve), a expectativa entorno do filme era grande.

Do tamanho de um celeiro, se bobear.

A história, em si, não mudou muito: Bela (Emma Watson) vive em um pequeno vilarejo no meio do nada com seu pai, Maurice (Kevin Kline), mas anseia por aventura, viagens e sabe-se lá mais o quê. Quando Maurice some em uma viagem de negócios – ele vende relógios nessa versão! –, Bela decide ir atrás dele.

Em sua busca, ela descobre um castelo escondido no meio da floresta. E lá vive um monstro. Ou, melhor, uma Fera (Dan Stevens). Em troca da liberdade de Maurice, Bela vira sua prisioneira. O resto, como dizem, é história. Nesse caso, literalmente.

Ao invés de recontar uma das histórias mais famosas da atualidade, vou focar no filme. Mesmo com novas falas, números musicais diretos do musical da Broadway (e, portanto, inéditos no telão) e um background mais detalhado para alguns personagens... É difícil não notar a semelhança absurda entre o live-action e a animação.

Não confia em mim? Checa só esse vídeo:




Claro, tenho críticas a algumas das mudanças. Por exemplo, eles tiraram as melhores falas do Horloge (Ian McKellen)! E também não sei se gostei muito do Lumière (Ewan McGregor, eterno Obi-Wan Kenobi).

Por outro lado, Maurice ficou menos idiota, Le Fou (Josh Gad) está absolutamente hi-lá-ri-o – e Cadenza (Stanley Tucci), um personagem totalmente novo, é ótimo. Diga-se de passagem, Chip (Nathan Mack) continua fofíssimo nessa versão.

Gostaria de chamar atenção para um personagem essencial à trama: o Gaston (Luke Evans). 

Eu adoro os vilões da Disney. Acredito ser um dos pontos fortes das suas animações (embora eles estejam me testando com seus últimos antagonistas à la Moana). Eles costumam desafiar o mocinho / a mocinha, têm canções sensacionais e são muito divertidos.

Gaston não é diferente. E Luke Evans fez jus ao personagem.

Mais malvado do que nunca, Gaston rouba o show vez ou outra. Com Le Fou ao seu lado, ele nos faz ansiar por suas próximas aparições. Infelizmente, como é uma história muito fiel às suas origens – tirando o fato de substituírem a cena dos passarinhos por uma cena com o Philip, the nerve –, o romance da Bela e da Fera cansa um pouco.

Continua sendo lindo, entretanto.

Honestamente, vale a pena ver. Mesmo que o live-action não seja tão bom quanto a animação, é uma experiência extremamente agradável – da atuação impecável, aos números musicais e cenários fantásticos.

A Bela e a Fera já está nos cinemas. Corre lá!



Thaís Cabral - Estudante de Publicidade, pseudo-escritora, leitora compulsiva e chocólatra. Gosto de séries de TV (americanas e/ou britânicas), filmes e anime/mangá.

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