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domingo, 20 de março de 2016

Dica da semana: Zootopia

zootopia

O mais novo filme dos Estúdios Disney chega aos cinemas quebrando recordes de bilheteria ao redor do mundo. Zootopia: Essa Cidade é o Bicho, se passa – durante a maior parte do tempo – numa cidade grande que remete bastante às grandes metrópoles do mundo. Com direito à celebridade formadora de opinião, transportes públicos super lotados e crime, Zootopia se confunde com o mundo real. Os personagens – animais antropomórficos – têm um comportamento mais similar ao dos seres humanos do que o animalesco propriamente dito. Através da criação de leis, a mentalidade de “sobrevivência do mais forte” foi esquecida, possibilitando, assim, a convivência harmoniosa entre diferentes espécies em um único local.

O longa-metragem acompanha a oficial Judy Hopps (Ginnifer Goodwin, de Once Upon a Time) na sua busca por reconhecimento. Ser policial é uma profissão perigosa e dominada por homens, o que faz todo mundo duvidar de Judy por ser uma coelha. Em momento nenhum, entretanto, ela dá o braço à torcer. A raposa Nick Wilde (Jason Bateman, de Arrested Development) se torna uma surpreendente aliada nessa empreitada, em especial quando o caso do desaparecimento do Sr. Otterton, uma lontra, desvela uma conspiração inimaginável.

Recheado de atores de primeira, Zootopia ainda conta com Idris Elba, J. K. Simmons, Octavia Spencer e Shakira no elenco. A música “Try Everything”, cantada por Shakira, casa bem com o filme ao salientar as ideias de jamais desistir e continuar tentando. Não à toa parece ser a música favorita de Judy Hopps!

zootopia

Zootopia é um filme sobre amizades improváveis e a imensurabilidade da força de vontade de um indivíduo. Com cores fortes e humor impecável, Zootopia possui um dinamismo supreendente, capaz de prender o espectador na pontinha da cadeira (provavelmente segurando o estômago dolorido de tanto rir).

No fundo no fundo, porém, Zootopia também se propõe a reflexão de temas delicados como o machismo, o racismo e a diversidade cultural. Fugindo da famosa explicação ‘porque sim’ que normalmente é destinada ao público infantil (o público alvo, no caso), os idealizadores desse projeto parecem ter acreditado que os pequenos conseguiriam compreender a mensagem por trás da narração. Ou seja, o racismo, o machismo e o preconceito (no geral) não são legais.

Então, se me perguntassem o que mais gostei (a história, os personagens, a animação, a mensagem por trás de tudo isso)... Eu não saberia dizer. Mas imagino que um pouquinho de tudo – e foi isso que me levou à sair do cinema absolutamente encantada.


Thaís Cabral - Estudante de Publicidade, pseudo-escritora, leitora compulsiva e chocólatra. Gosto de séries de TV (americanas e/ou britânicas), filmes e anime/mangá.

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