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sábado, 4 de julho de 2015

Dica da Semana: Cidades de Papel

paper towns


Por causa de uma amiga, eu consegui ir na premiere do filme que rolou dia 01/07 no Rio de Janeiro. Apesar de faltar uma semana para  lançar nos cinemas, achei que vocês gostariam de uma dica adiantada... Para dar um gostinho do que presenciei e do que podem esperar do filme. E, imaginem, não foi uma premiere qualquer: fomos os primeiro no mundo a assistir o filme e o John Green estava lá. 

Isso mesmo. John Green. Em pessoa. 

Os fãs do autor vão me entender. Eu nunca esperava conhecer ele um dia e, por mais que o encontro tenha sido mais um entre tantos que o John Green já teve, para mim foi o suficiente. Não estava perto o bastante para tirar fotos com ele ou pedir para ele autografar alguma coisa, mas estava perto o suficiente para ver o quão atencioso ele é com os fãs. 

A experiência de um tapete vermelho, mesmo que sem nada demais, foi interessante. As pessoas gritando e se agitando com qualquer câmera ligada foi algo divertido de ver. Mas o que foi legal mesmo foi ver como o John Green foi fofo com todos, querendo parar o tempo todo para autografar alguma coisa ou tirar fotos. Algumas vezes os seguranças tinham até que apressá-lo. 

Agora, para quem não sabia, o Nat Wolff também veio para o Rio. Por que não falei nada sobre ele na estréia? Bom, parece que no último minuto ele teve que voltar para os Estados Unidos... Uma pena, não é? Só espero que não tenha sido por motivos muitos sérios. Boas vibrações para você, Nat!

Bom, entramos então na sala do cinema. Chegando lá somos surpreendidas por vários brindezinhos do filme (apaixonei). E, mais uma vez, John Green apareceu. O escritor nos falou sobre o filme, sobre como estava amando o Brasil e sendo muito bem recebido, e sobre como nunca imaginou que seus livros e sua profissão solitária alcançariam lugares tão inimagináveis e como esse seu trabalho permitiu que ele conhecesse esses lugares. Ele contou um pouco sobre o comprometimento dos atores com a história e como se deram ao máximo em cada personagem. Só pra ter uma ideia o ator que interpreta o Ben, amigo do principal, aprendeu a tocar clarinete mesmo sabendo que o personagem não apareceria tocando efetivamente no filme. 

cidades de papel
Bom, vamos ao filme, então! 

Sinopse: A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.

Mesmo tendo lido o livro há algum tempo, posso dizer que o filme é bem fiel. Sim, a linha cronológica passa mais rápido, mas nenhuma adaptação é perfeita. Eu fiquei bem satisfeita com o resultado em geral. Os atores estavam incríveis também. Devo parabenizar ao John Green e todos que decidiram botar o Nat e a Cara Delenvingne para interpretarem Quentin e Margo. Principalmente a Margo. Na hora que eu vi a Cara, eu percebi que ela era perfeita para o papel. Pude ver todo o mistério e a peculiaridade da Margo nos olhos da Cara. 

Um dos pontos altos do filme, para mim, foi a amizade entre Ben, Radar e Quentin; afinal não é qualquer um que acompanha seu melhor amigo em um jornada de Orlando à Nova Iorque para talvez encontrar uma garota de quem ele gosta, não é? As cenas com os três mostram a proximidade entre eles, além de, claro, nos tirar ótimas risadas. 

O filme é divertido (por causa do trio) e até emocionante, mas, para mim, não foi nada de chorar copiosamente. E olha que eu até tinha pensado que ia me emocionar mais (não que não tenha acontecido). O longa serve para te fazer pensar, refletir sobre a mensagem  que passa. Assim como o livro. Ele quebra esteriótipos, por exemplo, com a Lacey - amiga de Margo. Ele mostra grandes amizades. Mostra mudanças. Mostra como conhecemos (ou não) as pessoas de verdade. Ele mostra como podemos aprender com cada um à nossa volta. 

Acho que, sem querer, transformei essa dica do filme em uma dica do livro também, por isso leiam o livro! Aliás, que tal usar essa semana que falta para o lançamento do filme para isso? :P

Só mais uma coisa: tem uma surpresinha no filme, mas não conto mais que isso! Enfim, don't forget to be awesome, people!

Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Estou sempre à procura de mais uma série, afinal série nunca é demais. 

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