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domingo, 17 de maio de 2015

Dica da Semana: Ashita no Nadja (anime)


Sinopse: Nadja é uma órfã que vive no orfanato no começo do século XX, em uma certa manhã, ela recebe um pacote de sua diretora que contém uma mala, um vestido de baile e um diário e descobre que sua mãe pode estar viva. Durante a noite, dois homens invadem o orfanato em busca de Nadja para pegar seu broche, fazendo a casa pegar fogo, no entanto, ela é salva por um jovem rapaz misterioso, a partir daí, ela se junta a uma companhia onde começa a trabalhar e também, é claro, para ir em busca de sua mãe.

Ashita no Nadja (ou só Nadja, como ficou conhecido no Brasil) é um anime de 50 episódios. Quem gostava do Toonami, uma “grade horária” do Cartoon Network dedicada a animes como Samurai X, Cavaleiros do Zodíaco, entre outros, vai lembrar-se de Nadja. Talvez seja um dos poucos animes que praticamente grite “INFÂNCIA!”. Os outros, mais famosos, são muito mais conhecidos – e presentes – do que Nadja jamais foi. Mas isso certamente não significa que não foi um anime marcante.

Para quem acha que já ouviu falar, talvez isso ajude a “refrescar” a memória:



Okay. Então... Nadja. O desenho pode parecer um pouco ‘off’ para alguns, sendo bastante simples e infantil. Realmente, não é um dos aspectos mais fortes do anime. Depois de alguns episódios (cada com duração de uns 22 minutos), entretanto, você acostuma. Juro. Particularmente, eu acho fofo. Mais que isso, acho que combina bastante com a trama, em geral.

A história é, a princípio, bem clichê. Ao mesmo tempo, não é. Poderíamos pensar que ela fica no já batido “garota que descobre que é princesa/rica/etc.”, mas enquanto Nadja certamente segue essa linha, o final é diferente do que poderíamos esperar porque Nadja é Nadja... Recuso-me a dizer mais que isso, hahah.


Okay, então, demora um pouco para a história começar “de verdade”. A primeira metade do anime é dedicada à “character building”. Mas, a partir do episódio 25 (aproximadamente), a trama começa a desenrolar. Por incrível que pareça, a história, que, sim, parece bobinha, tem bons vilões e algumas boas surpresas. Os outros personagens têm suas próprias tramas e são bem interessantes mesmo individualmente. E Nadja, é claro, sendo a protagonista possui os maiores “plots” (ex.: achar sua mãe) e a maior parte dos episódios voltados para si, além de conhecer sempre gente muito interessante (tipo, todo episódio). Apesar dos elogios, eu realmente não recomendo esse anime para alguém que esteja procurando por algo muito elaborado ou com um plot mega-super-ultra inteligente. Nadja é um anime descontraído, fofo, sem grandes pretensões – e impossível de não se apaixonar.

As músicas de abertura e encerramento, diga-se de passagem, são lindas. E ficam na cabeça, acreditem. Por vezes, me vejo cantarolando uma delas. Normalmente o encerramento, que acho mais engraçadinho.

Bem, é isso. Nadja. Eu aconselho a ver para quem gosta de coisas gracinhas ^^ Ciao!



Thaís Cabral - Estudante de Publicidade, pseudo-escritora, leitora compulsiva e chocólatra. Gosto de séries de TV (americanas e/ou britânicas), filmes e anime/mangá.

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