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domingo, 21 de dezembro de 2014

Dica da Semana: O silêncio dos inocentes (livro)

Título original: The Silence of the Lambs
Editora (no Brasil): Record
Autor: Thomas Harris
Sinopse: Cinco mulheres são brutalmente assassinadas em diferentes localidades dos Estados Unidos. Para chegar até o sanguinário assassino, Clarice Starling, uma jovem agentes do FBI, entrevista o Dr. Hannibal Lecter, um brilhante psiquiatra, cuja mente está perigosamente voltada para o crime, para chegar até o sanguinário assassino. Ao seguir as pistas apontadas por Lecter, a jovem se vê envolvida numa teia mortífera e surpreendente. Uma romance policial arrepiante, escrita pelo célebre autor de Domingo Negro. Best-seller mundial, a história ganhou também muitos fãs em sua versão para o cinema. 





Thomas Harris é um jornalista e escritor de suspense policial que teve todas a maioria de suas obras - senão todas - adaptados para o cinema. The Silence of the Lambs (no original, em inglês), é a mais famosa delas. Com um elenco que incluia Jodie Foster e Anthony Hopkins, o filme foi vencedor de 5 oscars em 1991. Entretanto, não é sobre o filme que venho falar. É sobre o livro, no qual este primeiro foi inspirado.

Quando trata-se de resenhar livros - e filmes também, para ser sincera - é necessário controlar os próprios dedos para que spoilers que arruinem a diversão da obra para terceiros. Por isso, caros leitores, tenham em mente que certa dificuldade se apresenta para mim diante dessa tarefa. São, em grande parte, meus sentimentos que passo para vocês, minhas impressões da história, e não um resumo da mesma.

Sem mais grandes delongas, cá está:

Foi com grande animação que comecei o livro, em especial por já ter uma predisposição favorável ao filme. Não minto ou exagero quando digo que fui surpreendida. Positivamente, é claro. Caso contrário, não estaria escrevendo a dica da semana baseada nele. De qualquer jeito, o livro me entreteve mais do que o filme. É provável que minha preferência por livros possa ter parcela de culpa nessa circunstância. Não nego. Mas os personagens apresentavam uma profundidade maior, como se é de se esperar. E a trama proporcionava um grau de suspense tão grande a cada sentença, que foi impossível largar o livro antes de terminá-lo. Tinham reviravoltas já esperadas para quem viu o filme, mas que ainda são, de certa forma, notavelmente bem escritas, descritas e trabalhadas pelo escritor. O melhor de tudo? A história flui de forma confortável.

Quanto à protagonista, Clarice... Bem, Clarice Starling é absolutamente sen-sa-ci-o-nal. Eu me apaixonei um pouco mais pela personagem. Para os que estão acostumados com o filme (eu mesma, porém, não lembro bem dele) saibam que o linguajar é meio pesadinho. Acredito, entretanto, que combine bem com a narrativa. Não é algo light. É algo pesado com um teor meio assustador.

Hannibal, é claro, conquista tanto através das páginas do livro como ele o faz através da tela de cinema. Sua personalidade complexa e difícil de ser entendida - e sua genialidade, porque convenhamos que ele é um gênio - cativam e capturam o leitor.

Minha dica? Obviamente, leiam o livro. E vejam o filme. Eu certamente vou revê-lo depois de ler o livro do Sr. Harris. Tenho um feeling de que vou - inclusive - gostar mais do filme depois de ler a obra na qual se baseou. 


Thaís Cabral - Estudante de Publicidade, pseudo-escritora, leitora compulsiva e chocólatra. Gosto de séries de TV (americanas e/ou britânicas), filmes e anime/mangá.

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