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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Review: Agents of SHIELD 1x21 - "Ragtag"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Ragtag", exibido no dia 06/05/2014!




















O episódio começa com um flashback de como Ward conheceu o Garrett. Ele tinha sido preso por atear fogo na casa dele, com o irmão dele dentro, e Garrett propõe tirá-lo dali em troco dele entrar numa agência secreta (teoricamente Shield, mas seria a Hydra). Ao longo do episódio, vemos que Garrett deixou Ward sozinho numa floresta para aprender a sobreviver com um cachorro. O 'recrutador' acaba voltando depois de seis meses e encontra Ward com vários objetos de acampamento. Admito que pareceu aleatório, quer dizer, o Garrett não deixou ele num lugar complemente isolado então... Mas acredito que mostrou que para sobreviver, o Grant faria muito e até roubaria. O Garrett começa então a ensiná-lo a atirar e até parar de se ligar emocionalmente com nada ou ninguém.

Já no presente, enquanto Ward parece começar a questionar Garrett e está realmente irritado com Deathlock ter quase o matado, o resto da equipe de Coulson tenta lidar com a traição e criar um plano. Fitz, por mais que todos digam ao contrário, recusa-se a acreditar que Ward esteja fazendo isso por canta própria e acha que Garrett deve estar controlando de alguma forma. Eu não pensei dessa maneira, mas realmente achei que talvez o Ward estivesse sendo manipulado de alguma forma, mas estou perdendo cada vez mais as esperanças, ainda mais com o final do episódio. E acredito que o Fitz também.

No sub-plot, vemos que Raina tem um papel importante por dois motivos. O primeiro é que ela consegue replicar a droga usada em Skye e Coulson. Quero fazer um parenteses aqui. Quer dizer que a Raina conseguiu em tempo recorde replicar a droga, enquanto Fitz e Simmons ficaram bastante tempo tentando desvendar? Ou será que eles não queriam replicar, somente estudar a droga? Se bem que sem o estudo feito por eles, a Raina nunca teria conseguido, isso é fato. Bom, e o segundo motivo é o fato dela, estudando os genes da Skye, ter conseguido descobrir sobre os pais da novata. Aparentemente, eles eram monstros que atacaram uma vila chinesa à procura da filha. Fiquei realmente curiosa e espero que descubram mais sobre isso. Mas prioridades, claro, primeiro o grupo tem que lutar pela Shield.


Voltando ao nossa gangue, Tripplet aparece no hotel em que estão ficando com vários equipamentos antigos do avô, e devo dizer que foi divertido vê-los em ação. A felicidade de colecionador do Coulson acaba criando uma relação com o novo agente no time, o que foi bem legal. Aos poucos acredito que Tripplet esteja ganhando a confiança de cada um e imergindo no grupo, o que nos faz pensar que ele pode vir a ser um personagem permanente. Já a Skye, que tinha falado da surpresinha que tinha reservado para Ward, traz outra questão: a tal surpresa seria um rastreamento e controle a distância, mas só pode ser ativada com algum equipamento dos inimigos.

A solução seria invadir o sistema de uma empresa que está ligada a tudo que já enfrentaram: Cibertek. Devo dizer que achei brilhante ver que tudo se encaixava de alguma forma. Enfim, May e Coulson vão disfarçados de Fitz e Simmons (o que é divertido) à uma entrevista de emprego na empresa enquanto Skye tenta entrar no sistema. Além disso, adorei ver Coulson e May trabalhando juntos e como Phill realmente a perdoou. No entanto, apesar da distração, Skye não consegue acessar dados e percebe que pode encontrá-los no quarto andar do prédio. May e Coulson conseguem chegar lá e descobrem que os dados estão em papel na verdade. Assim eles descobrem, assim como fomos percebendo no outro núcleo do episódio, que uma parte do abdômen de Garrett é mecânico e que ele foi o primeiro do projeto Deathlock. May e Coulson conseguem fugir com os arquivos de uma forma inusitada, digamos.


Depois, só vemos todos estudando os arquivos à fim de descobrir onde Garrett podem estar. Skye está irritada consigo mesma por ter sido ingênua, e May vai atrás dela para conversar. Melinda deixa claro que também está com raiva de tudo o que aconteceu e ter sido traída daquele jeito, seu modo de lidar é simplesmente diferente. Ela prefere guardar isso tudo para quando tiver a chance, ir para cima do Ward. Acredito que a conversa representa o fato de que aos poucos elas estão se aproximando, e elas tem algo em comum na 'raiva', afinal elas se envolveram emocionalmente com alguém que depois as traíram.

Apesar do clima de tensão, conseguem uma localização: Cuba. Eles acabam se dividindo ao chegar: Fitz e Simmons vão à procura do avião, enquanto o resto vai para a barbearia. Skye, May, Coulson e Tripplet percebem que tudo parece vazio e sabem que Garrett fugiu a tempo, mas ainda tem a esperança de conseguir hackear o sistema, se tiver sobrado alguma coisa. No momento em que encontram um painel e computadores, no entanto, são encurralados por diversos Deathlocks. Ops.

Já Fitz e Simmons se veem encurralados por Ward e outros capangas do Garrett, e são levados para o avião. Fitz, como um último recurso, ativa um antigo utilitário do avô do Tripplet que causa um curto nas luzes do avião e na parte metálica do corpo do Garrett, que fica mal. Assim como vimos ao longo do episódio, a prótese do Garrett parece não estar mais ajudando seu corpo e tem pouco tempo de vida. Ward realmente parece preocupado com o mentor, que faz um pedido: Ward deve se livrar de Fitz e Simmons. Já Raina chega ali e utiliza sua réplica da droga usada em Skye e Coulson como último recurso no corpo do Garrett, que melhora - o que é preocupante para nós. Fiquei pensando se Garrett tem superiores, afinal eles não ficaram nada felizes em saber que ele usou a última chance deles de aprimorar o tal exército que querem construir para se salvar.

Nessa situação, vemos que talvez o Ward que conhecíamos lá atrás estivesse de volta e que ele realmente se preocupasse com a equipe. Amei ver o Fitz todo heroico, ajudando a Jemma e conseguindo escapar dos guardas. Pena que não dura muito, e Ward os encontra. Os dois acabam se trancando num compartimento e tentando conversar com o Ward, que resolve mexer num painel. Não dava para entender muito bem o que os botões faziam, mas Fitz e Simmons ficaram desesperados que Ward mexesse neles.

Dá para perceber que Grant hesita, e por um momento quase pensei que ele não deixaria os amigos (entre aspas, talvez?) morrerem. Mas estávamos enganados, a cena acontece assim como quando Garrett pediu para Ward matar o cachorro há dez anos atrás no treinamento: Ward hesita, mas acaba apertando o gatilho. E é mais ou menos o que ele faz com Fitz e Simmons, nossos cientistas são jogados ao mar junto ao compartimento onde se trancaram. Argh! Ele fez isso mesmo depois de tudo que o Fitz falou, que confiava nele e era o único que acreditava na inocência de Ward? A última esperança, apesar de remota, é que o Grant talvez tenha coração ainda e tenha programado alguma forma deles escaparem. Eu realmente não consigo acreditar no que ele fez.

Na cena final, vemos Ian Quinn negociando com militares a contratação desses super soldados, que eles parecem ter expandido bastante o tamanho. Ou seja, Coulson agora vai ter que ir contra o próprio governo, que parece que vai apoiar os experimentos.


O melhor
+Conversa entre a Skye e a May.
+O paralelo com Garrett perguntando se Ward se incomoda com as tarefas.
+Coulson dizendo que estava feliz da Melinda estar ali.
+Fitz conseguindo escapar dos guardas. Parece que ele aprendeu a entrar em ação e se defender também.
+A esperança dolorosa de Ward não ser totalmente mal do Fitz, e nossa de certa forma.
+Mais informações sobre o passado da Skye, apesar de nada muito confirmado.

O pior
-Raina conseguir reproduzir a droga usada no Coulson e Skye.

Nota 8,5

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