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domingo, 27 de abril de 2014

Review: Reign 1x19 - "Toy Soldiers"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Toy Soldiers", exibido no dia 24/04/2014!





















Começamos o episódio sendo apresentados ao tio de Mary, Duque De Guise. Ele tem um exército contratado e se aproveita de muitos jovens e crianças pobres para fazer parte das lutas. Enquanto isso, Mary e suas ladies estão brincando na neve. Nessa cena descobrimos que o casamento de Mary e Francis está prejudicado, afinal ele prendeu ela em uma cela; já se passou um mês; o pai de Greer virá visitar; e a Escócia está sob ataque.  Admito que não falaram (ou vimos) muito do pós-cela entre Mary e Francis, mas foi bom ver que Mary não deixou barato e havia ficado brava com ele.

Bom, temos uma evolução da história de Greer. O pai dela chega com duas das irmãs dela para que se casem também. O pai é autoritário e não dá voz à vontade das meninas, e Greer se sente impotente, acredito. Lorde Castleroy subiu no meu conceito da última vez e continua subindo. Ele é apresentado ao pai de Greer e já logo fala que não quer nenhum dote para casar com Greer, o que deixa o pai surpreso. Depois, quando os cinco estão comendo, o Lorde defende Greer quando o pai dá a entender a falta de inteligência da lady. Numa época em que as mulheres eram pouco valorizadas, foi bom ver que alguém pensa ao contrário. Castleroy, então, admite que sabia da falência da família de Greer e oferece dinheiro para o dotes das irmãs de Greer, com a condição que a mais velha inspecione os maridos para que se casem por amor. Ao longo do episódio, podemos ver que Greer está sentindo uma compaixão cada vez maior pelo futuro marido (e eu também). Ele, então, faz mais um ato fofo: dá o contrato de casamento deles para Greer "inspecionar". Depois de tudo isso, Greer resolve dar um passo a mais e o beija. Foi bom ver que o casamento pode dar certo sim, independente da obrigatoriedade e da diferença de idade.


Enquanto isso, temos momentos entre Kenna e Bash. Nada de mais acontece, mas vemos os dois finalmente exporem que gostam um do outro. Bash, no entanto, apesar dos amassos, não quer fazer amor com Kenna, devido as experiências da moça antes. E ele fica sempre nesse limite, até que vê Mary e Francis se beijando, e finalmente resolve se entregar. O relacionamento de Bash e Kenna parece ter evoluido e eles parecem realmente gostar um do outro, mas me preocupo com as razões de Bash ter se deixado levar ao ver o beijo de Mary e Francis. Será que ele percebeu que não deveria mais lutar contra seus desejos e deixar assim de se prender à Mary? Ou só estava usando Kenna para extravasar? Espero que seja a primeira opção, porque não seria muito legal fazer a segunda com a Kenna.

Já Catherine e Penélope continuam sua saga. A rainha do feijão aparece dizendo que está grávida de Henry e se sente ofendida com a pequena cabana que o rei oferece. Catherine, claro, resolve dar um jeito nela e a prende numa cela. (de novo, pessoal?). Não demora muito para Penélope ceder e dizer que tudo era mentira, e incrivelmente vemos uma nova aliança ser criada. Catherine resolve fazer sua inimiga ser a nova integrante de seu grupo de ladies que fazem de tudo para investigarem pela rainha. Entendo que Catherine tenha visto o potencial em Penélope, mas não sei se ela é a pessoa mais confiável.

Agora, vamos ao enredo principal do episódio. Mary tenta de tudo para encontrar aliados para lutarem contra os protestantes que cercam o castelo de sua mãe na Escócia. Depois de ter um conversa estranha (e desrespeitosa) com Henry e Catherine, Mary percebe que só tem uma saída: contratar o exército do tio, mesmo que ele tenha traído o rei e não ser tão confiável. O duque De Guise chega e parece ter vários contatos no interior do castelo, porque sabe todos os podres e pequenos segredos que andam acontecendo. Ele aceita a proposta de Mary, mas quer algo em troca: ser o conselheiro ('hand') do rei. Francis logo percebe que o pai não aceitará e que o duque quer na verdade fazer o pedido à ele, Francis. Então, como futuro rei da França, Francis aceita que De Guise seja o conselheiro em seu reinado, mas também pede para acompanhar a tropa para a Escócia.

Amei o ato do Francis de finalmente defender o país da amada e os dois juntos, depois da Mary perceber o que ele fez por ela. Tiveram um momento fofo e Francis até está quase certo que a Mary ficará grávida dessa vez. E exatamente por isso que o que vem a seguir se torna doloroso. O Henry está transtornado e, apesar de ninguém ter acreditado, ele realmente mandou tropas para uma cidade dominada pelos ingleses. Isso é um problema gigante, e como Francis disse, eles não tem força para isso e milhares irão morrer. O príncipe acha uma solução que sabe que magoará Mary: usar o exército do duque para ajudar a França nesse momento. Mary fica arrasada e vemos mais um vez o conflitos entre o amor e o dever de rei e rainha.

Os dois lutam sempre com isso, e é interessante ver que a vida pessoal deles as vezes precisa ser prejudicada, mas parece que a França está ganhando todas. Mary acaba perdoando o marido e só pede que volte são e salvo, e que não faça mais promessas que não tem certeza que pode cumprir. Toda aquela fofice dele ter posto a Escócia em primeiro lugar se foi, mas a situação realmente está difícil com o Henry daquele jeito. Gostei como a Mary se reafirmou, com suas ladies, ao falar que irá fazer tudo por seu país, mesmo que desagrade Francis. Espero que os dois tenham uma oportunidade de consertar isso, e quem sabe, tenham uma chance de priorizar a Escócia uma vez pelo menos.
E o Henry, como eu disse, continua louco... O duque questionou se o rei estaria louco por causa de um veneno e fiquei me perguntando se isso seria possível. Porque, se sim, temos mais um problema: um culpado.





















O melhor
+Francis apoiando a Escócia e momento Frary.
+Bash e Kenna se entendendo.
+Lorde Castleroy defendendo Greer e se impondo. 

O pior
-Francis, mais uma vez, tendo que priorizar a França e magoando a Mary.
-Henry e seus planos "brilhantes" de guerra.
-Damn, Francis vai para guerra.

Nota 7,8

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