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sexta-feira, 28 de março de 2014

Segunda temporada de In The Flesh estréia na primeira semana de Maio

Luke Newberry
A tão aguardada segunda temporada da premiada série In The Flesh vai voltar às telas da BBC Three, do Reino Unido, na primeira semana de maio. Na tv americana a série começa um pouco depois, estreando na BBC America dia 10 de maio.
Ao longo de seis episódios, In The Flesh nos joga de volta na cidadezinha de Roarton, nove meses depois dos acontecimentos da primeira temporada, onde os vivos e os mortos-vivos chegaram a um frágil estado de paz. Um desses mortos-vivos, Kieren (Luke Newberry) ainda tem problemas em se aceitar, o que o faz manter uma rotina discreta enquanto economiza dinheiro para um 'fundo de fuga' para Paris. O problema é que ele não pode escapar de si mesmo.
No resto do mundo, o medo está no ar, provocado pelo grupo radical pró-vida, chamado Victus, e pelo extremismo ligado ao ULA (Exército de Liberação dos Mortos-vivos em português). Mas o mais assustador é o rumor de uma segunda ascensão dos mortos.
Quando personagens explosivos de ambas as facções chegam em Roarton, os sonhos de fuga de Kieren são jogados pela janela. A primeira ministra do Victus, Maxine Martin (Wunmi Mosaku) está incitando um sentimento anti mortos-vivos na pequena cidade, enquanto o carismático discípulo do ULA, Simon (Emmet J. Scanlan), quer que Kieren fique na cidade por uma razão diferente.
Enquanto Kieren se encontra cada vez mais no meio do fogo cruzado de Maxine e Simon, tensões ressurgem dentro da Família Walker. Jem (Harriet Cains) continua enfrentando seus demônios, tendo dificuldade em lidar com flashbacks do tempo que passou na HVF (Força Voluntária Humana em português), uma milícia que protegia a cidade dos mortos-vivos antes do tratamento dado pelo governo. A única salvação de Kieren é o retorno de sua antiga parceira de caça, Amy Dyer (Emily Bevan)... mas será que sua BDFF (Best Dead Friend Forever) foi radicalizada pelo ULA?
Durante essa temporada, iremos seguir Kieren, seus amigos e família, enquanto ele luta contra sua própria identidade, e contra o que acredita. Uma coisa é certa, uma vida pacata não é mais uma opção.

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